segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Resumo do Livro.
O livro fala sobre as diversas etapas da vida dos adolescentes.
Os pais que nesta época estão mais perdidos do que biruta, é um bom começo para compreender essa fase estranha da vida.
Fala sobre a melhor maneira de agir, além de nos elucidar de diversas transformações que ocorrem nesse período em que acaba havendo um afastamento maior entre pais e filhos, tornando o que já é difícil, insustentável.
 Ensina você a conhecer as transformações que seu filho ou filha estejam passando. As diferentes reações dos adolescentes do sexo masculino e feminino na puberdade.
Fala sobre porque eles mentem, porque os meninos na puberdade ficam tão aborrecidos e as meninas tão carinhosas.
O livro tem como objetivo levar á reflexão sobre as expectativas que temos em relação aos nossos filhos e como estas podem favorecê-los ou prejudicá-los na construção de sua própria história.
O mundo hoje em dia está diferente, mais perigoso, mais agressivo.
Ocorreram muitas mudanças nas formas de relacionamentos dentro de uma família.
Houve tantas mudanças, mas algo permaneceu: o desejo dos pais, de que seus filhos sejam felizes.
Antes, a felicidade de um casamento duradouro, crianças saudáveis eram normais. Hoje parece algo muito difícil de ser atingido.
Durante a gravidez, alguns desejos iniciais, como a preferência de menina ou menino, que o bebê seja esbelto, bonito, alto, enfim, perfeito, são comuns entre os casais. Pois bem, mas e quando a criança nasce com alguma deficiência física ou mental?
Ali, morre um sonho do bebê perfeito.
Os pais vivem um momento de grande frustração, eles precisam ter forças para lidar com o desafio de educar uma criança diferente.
A chegada de um filho cria oportunidade única para os pais: a difícil missão de ensinar tudo o que quiser, começando do zero, para uma pessoa que não sem nenhum conhecimento.
Conforme o filho vai crescendo, as dificuldades vão aumentando.
Os pais vão descobrindo quando devem ajudar ou quando devem ficar apenas observando.
Na adolescência, alguns comportamentos são normais, como afastar-se da família e unir-se com os amigos.
Alguns pais se culpam por isso e ficam se perguntando: Onde foi que eu errei?
A tarefa de ir bem na escola é quase uma exigência: Todos os pais são a favor de que seu filho estude.
Quando os filhos concordam com isso, a tarefa dos pais fica fácil, mas quando eles rejeitam essa idéia, ai as dificuldades aumentam.
Nunca o filho deve estudar por obrigação.
Isso é algo que os pais nunca devem pensar.
Hoje em dia, pais corretos não significam garantia de filhos corretos.
Casais mal resolvidos transmitem seus problemas para os filhos.
Antigamente, quando falávamos em família nos referíamos a pai, mãe e filho. Hoje surgiram vários formatos tradicionais de família.
Algumas vezes, vemos crianças se referindo ao namorado da mãe, pai do irmão, avô da irmã, etc.
Na realidade, os casamentos estão se desfazendo com muita facilidade.
A separação pode traumatizar e ferir a criança, pois ela se sente culpada pelo que esta acontecendo.
Isso muda toda sua rotina, seus relacionamentos, sua vida de modo geral.
Com isso, o peso de tudo, cai sobre a mãe, que passa a ser “Mãe Solteira”.
É uma decisão muito difícil, pois educar e criar um filho a dois já é uma tarefa e tanto, imagine sozinha.
Muitas pessoas acreditam que o fato de o filho nascer da própria barriga da mão garante o amor entre eles, mas isto está totalmente errado, porque ate mesmo com filhos adotivos, o amor é construído.
A rejeição é uma das maiores dores de uma criança que foi abandonada, e que não teve a oportunidade de ser amada pela pessoa que realmente deveria amá-la: a própria mãe.
Felizmente, a criança é adotada e o amor, o carinho e um lar que não recebeu, acaba recebendo dos pais adotivos, que esperaram por tanto tempo.
Quando a criança pratica a desobediência é preciso investigar o motivo. Cada filho deve receber o que merece, seja uma critica ou um elogio.
Intrometer-se no que o filho realmente já decidiu é algo complicado.
Se surgir preocupações, a família deve sentar e conversar com esse filho, para que ele também comece a entendê-las.
Lembre-se: a felicidade dos filhos também inclui na alegria dos pais. Portanto, os dois “pais e filhos” devem caminhar sempre juntos e com passos iguais.   

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